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file icon Estatistica-Gaspar-2007popular!Tooltip 11/08/2010 Acessos: 9192

PREVISÃO DE ENCHENTES DO RIO ITAJAÍ-AÇU EM GASPAR

Ademar Cordero; Rodrigo Altoff;  Péricles Alves Medeiros


RESUMO --- O presente trabalho apresenta um estudo estatístico das cheias máximas do rio Itajaí-Açu na cidade de Gaspar. Para  isto,  inicialmente foram  levantados  todos os registros existentes de níveis do  rio  Itajaí-Açu na cidade de Gaspar. Destes  registros,  foram  selecionados  somente os de maior amplitude, acima de um valor base. Para aumentar a série das enchentes máximas em Gaspar, foi   utilizado  também os dados das enchentes máximas  registradas em Blumenau, através de uma correlação. Assim foi formada a série histórica das enchentes máximas na cidade de Gaspar.  Com esta  série  foi  feita  a previsão das  enchentes do  rio  Itajaí-Açu na  cidade  de Gaspar, para diversos períodos de retorno, utilizando para isto o método de Gumbel. O conhecimento destas enchentes é muito  importante  como  subsídios  para  os  órgãos  públicos  e  para  os  habitantes  da  cidade,  pois  permite  dar  suporte  a  projetos  de  controle  de  cheias,  projetos  de  obras  de  arte,  traçado  de  carta enchente, para o planejamento do desenvolvimento e expansão da cidade.

file icon Precipitação XVIII-ABRH-2009popular!Tooltip 11/08/2010 Acessos: 9849

ESTUDO DA PRECIPITAÇÃO MÁXIMA DIÁRIA PARA BLUMENAU-SC  
E O EVENTO DE NOVEMBRO DE 2008  
Ademar Cordero; Dirceu Luis Severo; Hélio dos Santos Silva; Mário Tachini; Péricles Alves Medeiros


RESUMO ---  O presente trabalho apresenta um estudo estatístico das precipitações máximas diárias para Blumenau (SC), com enfoque maior na análise da precipitação registrada no evento extremo ocorrido em novembro de 2008, uma vez que esta superou em muito toda a série histórica existente.  A análise compreendeu a série de dados diários de precipitações acumuladas de 24 em 24 horas correspondente ao período de 1944 a 2008. A máxima precipitação diária para esse período, excluindo o evento de 2008 foi de 159,5mm. Nesse evento foi registrada uma precipitação diária de 250,9mm e em 48 horas foi registrada uma precipitação acumulada de 494,4 mm. A análise da série de precipitações máximas diárias pelo método de Gumbel, mostrou um período de retorno de cerca de 1000 anos.

file icon Barragem-Norte 2000popular!Tooltip 11/08/2010 Acessos: 5612

ANÁLISE DA CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO DAS ONDAS DE CHEIA PELA BARRAGEM
NORTE E SUAS IMPLICAÇÕES NAS COMUNIDADES DO VALE DO ITAJAÍ (SC)

Ademar Cordero; Helio dos Santos Silva; Dirceu Luis Severo

RESUMO -- Enchentes no Vale do Itajaí (SC) ocorrem desde o início de sua colonização, isto é, por volta de 1850. Muitos esforços foram realizados no sentido de controlar as enchentes na bacia do rio Itajaí. Dentre estes esforços podemos citar, como exemplo, a construção de três barragens de contenção. Para um melhor entendimento dos efeitos que uma barragem pode ter sobre um evento de cheia e, consequentemente, sobre as comunidades, é necessário, inicialmente, ter o conhecimento da capacidade que ela tem de armazenar o volume produzido pelo referido evento e a estimativa do total de chuva naquela região. Inicialmente foi realizada uma análise meteorológica sucinta de quatro eventos históricos de cheia ocorridos: em julho de 1983, agosto de 1984, maio de 1992 e julho de 1992; no intuito de caracterizar o sistema de tempo associado, bem como situá-lo no que concerne o total de chuva ocorrido e as suas consqüências na bacia hidrográfica. O intuito deste trabalho é investigar se na época dos quatro eventos a Barragem Norte estivesse pronta, qual seria o seu papel especificamente nestes eventos? Haveriam tais enchentes? Para isso foi feito um estudo da capacidade de armazenamento das ondas de cheia pela Barragem Norte, localizada no Alto Vale do Itajaí, para os quatro eventos, de modo a tentar responder a estas perguntas. Uma vez  que este tipo de informação técnica é importante para o domínio completo do conhecimento de um evento de cheia em si, a relevância deste estudo está na possibilidade de incorporação deste conhecimento como fator de análise e comparação no monitoramento das futuras cheias na região. Os elementos hidráulicos existentes exercem sobre as comunidades, potencialmente atingidas ou não, um falso papel de solução total do problema, sendo importante, pois, certificar-se tecnicamente das limitações destes elementos para que, em seguida, haja mais esclarecimentos dessas limitações às comunidades da região. Os resultados obtidos apontam para uma possível redução nos níveis a jusante da Barragem Norte, indicando que possivelmente os eventos de 1984 e 1992 pudessem ser aliviados. Todavia, o evento de 1983, por causa da influência direta, intensidade e duração do sistema de tempo associado, dificilmente teria evitado a catástrofe.

file icon Curva-Chave-Blu-Artigo 2003popular!Tooltip 11/08/2010 Acessos: 7451

ESTIMATIVA DA CURVA-CHAVE DE BLUMENAU
Ademar Cordero;  Péricles Alves Medeiros


Resumo--  Este trabalho apresenta a estimativa da curva-chave da estação fluviométrica de Blumenau. Nesta estação encontramos muitos dados registrados de níveis do rio Itajaí-Açu, mas ainda não havia sido definida uma curva-chave, para a referida estação, com a confiabilidade desejada. A principal dificuldade para a definição desta curva-chave, talvez, tenha sido a falta de medição de descargas para os níveis acima de 4,5 m. Além disto, é observado influência de jusante, ocasionada pelas marés do Oceano Atlântico, nos níveis mais baixos. Perante tais dificuldades realmente ficava difícil estimar uma curva-chave, para a estação fluviométrica de Blumenau, com a confiabilidade desejável utilizando somente os dados de vazões registradas na própria estação. Para aumentar o número de vazões “medidas” na estação fluviométrica de Blumenau, partiu-se então para uma estimativa das vazões correspondentes a níveis acima de 4,5 m, através de uma correlação, a partir de vazões determinadas pela curva-chave da estação fluviométrica de Indaial, localizada mais à montante. Desta forma, foi possível realizar a estimativa da curva-chave da estação fluviométrica de Blumenau.

file icon Métodos-Controle-Cheias-1999popular!Tooltip 11/08/2010 Acessos: 31232

MEDIDAS DE CONTROLE  DE CHEIAS  E  EROSÕES
  Ademar Cordero; Péricles Alves Medeiros; Albanella Leon Teran

RESUMO -- A intenção deste trabalho é apresentar, de uma forma sucinta, as principais medidas para o controle de cheias e erosões existente na literatura. Os problemas das enchentes e das erosões são de ordem mundial. De uma forma geral tais medidas podem ser do tipo estrutural e não-estrutural. Seria ingenuidade do homem imaginar que poderia eliminar completamente as mesmas de uma bacia hidrográfica, assim tais medidas sempre visam minimizar as suas conseqüências. A forma moderna atual de buscar a minimização das cheias e das erosões é aquela que leva em consideração um conjunto de  medidas, tanto para as cheias como para as erosões, pois as mesmas na maioria das vezes estão interrelacionadas. Desta forma a busca das medidas para a minimização das cheias e erosões, além de levar em consideração as medidas da engenharia hidráulica tradicional necessita levar em consideração também a sitematização hidráulico-florestal.

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